terça-feira, 11 de maio de 2010

A evolução da garrafa de Coca-Cola



Tudo começou com um xarope de cor castanha, que era relativamente inofensivo, vendido apenas em farmácias. Você adivinhou: estamos falando de Coca-Cola, a bebida mais famosa suave do mundo. As razões para este sucesso não foram certamente as propriedades mágicas de calda (xarope de não demorar muito para sair das prateleiras), mas principalmente a várias campanhas de marketing criada extremamente bem, e alguns golpes de sorte. Um deles foi a associação feliz com o Papai Noel, o outro foi o desenho engenhoso de sua garrafa.

Quando o negócio xarope não se expandiu, foram utilizados frascos com uma rolha de cortiça e uma etiqueta de papel para identificar o produto. Quando ele foi transformado em uma bebida gaseificada, levantou-se o problema da conservação sem perder o gás. A solução encontrada foi uma tampa metálica revestida de borracha, com um sistema de vedação original, o sistema Hutchinson. No entanto, este processo de vedação não durou por muito tempo com o uso difundido da tampa de metal e pescoço da garrafa em forma de coroa.

A empresa começou a utilizar este tipo de contentores, que era, na época, inovador, mas ainda é produzido de forma artesanal. Cada frasco foi feita por um vidraceiro, portanto, não duas garrafas eram exatamente as mesmas. Mesmo assim, eles já traziam o logotipo da marca gravado no vidro, na tampa ou o rótulo. O grande salto ocorreu em 1915 com o lançamento de um concurso público para projetar uma garrafa exclusiva. O resto da história conhecida por todos, com a introdução de pequenas variações e adaptações ao conceito original.
A famosa garrafa viajou por todo o século XX e para o manter presente a sua forma original, que tem promovido o seu status. Um bom tema para refletir sobre o seguinte: Qual é mais importante, forma ou conteúdo?

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